Tô irritaddaaaaaaaaa, tenho desculpa , tô menstruada e meu salario vai cair 60%......posso reclamar de tudo, tô no meu direito de ser chata cricri e mal humorada.
subjetividade objetiva
Pensamentos soltos
Visualização dos artigos postados: Junho 2008
Tô irritaddaaaaaaaaa, tenho desculpa , tô menstruada e meu salario vai cair 60%......posso reclamar de tudo, tô no meu direito de ser chata cricri e mal humorada.
hj eu tô embucetada. minha mãe não quer conhecer minha namorada, e depois fala q aceita , aceita o caralho, aceita desde q seja longe? isso é aceitar? de boa , to cheia, cansada , exausta, não comi nada dia inteiro , to em jejum, eu visto a camisa da empresa durante 8 anos , ai vem uns grincos compram tudo e mudam o q tava dando certo, mentalidade captalista de americano imperialista filhas da puta. Tudo começou com a rede walmart, os americanos descobriram q pagando salario miseravel eles podiam lucrar mais , independente da rotatividade mega alta de funcionários eles continuariam lucrando, até q isso virou filosofia da maior parte das empresas.
Passei o dia pensando ou melhor tentando pensar em coisas boas, como por exemplo tenho saude, tenho amigos , tenho familia, tenho namorada, e q dinheiro não é tudo , mas de boa agora eu to puta, quero mais é q se foda o mundo todo , q eu vou é dormir pra esquecer.
nenhuma, qdo fiz a penúltima, daí fui la e fiz essa última, depois fui
obrigada a jurar por Deus, pra ele confiar q aquela definitivamente
seria a última, mas ta me dando um faniquito de fazer outra, Minha
namorada vai ficar brava, até sei, ela pediu pra eu não fazer mais
tatoos nem piercings nem cortar mais o cabelo, depilar q doi pra
caraca ,pode né? mas ok , tb não curto ficar macacuda, Bom, tava
pensando tb, ao invéz de fazer outra tatoo, posso simplesmente pintar a das
costa , afinal não seria uma outra tatuagem , só estarei melhorando o
desenho , lá se vão uns R$350,00......acho q vou esperar o 13º...afinal
época de natal, todo mundo contagiado pelo espirito de fraternidade e o
escambau de fim de ano........acho q ninguem vai ligar muito...e quer
saber, o corpo é meu , q caralho! depois eu vou envelhecer ,tudo isso
vai ficar flacido , mais flacido, cheio de manchas senis, depois eu vou
morrer e um monte de vermes vai comer essa pele q eu vou ficar
poupando de marcar com autenticidade?
Atualmente estou lendo um livro chamado "o que dizia Lacan sobre as mulheres" não entendo nada de Lacan , nem conheço suas teorias , estou completamente perdida , mas num dado momento o livro cita algo sobre uma teoria chamada "o homem dos ratos" de Freud, como não sabia do q se tratava busquei no google, foi incrivel , parece com o q sinto , obvio q minha obsessão é ligada a outros objetos, mas ja no século XIX foram descritos sintomas q eu sinto hj e que eu , pude perceber no fim da matéria q lí q esses sintomas e a causa, são tratados de forma diferente da que tratei até agora , eu fiz análise por 3 anos , e para casos como o meu são indicados alem dos remédios a linha terapeutica cognitivo-comportamental........não sei o q vou fazer agora , se busco novamente ajuda ou se tento caminhar sozinha, ja q sei ,ja q tenho conciência do meu problema.
FREUD
E O HOMEM DOS RATOS
Síntese e comentários de Renata Oliveira
Freud tratou um jovem cujo trabalho foi
publicado como "Homem dos Ratos" (1909) (Vol. X da Coleção
das Obras Completas de Freud daEditora Imago . Freud procurou formular,
a partir do estudo do caso, uma explicação sobre a neurose obsessivo-compulsiva
à luz da teoria psico-sexual do desenvolvimento. Para tanto, realizou
uma descrição rica e precisa de rituais e obsessões que seu paciente apresentava,
buscando interpretá-los à luz de sua teoria. Tal concepção prevaleceu
até pouco tempo atrás, quando novos fatos vieram modificar essas concepções.
O paciente, um jovem de educação universitária,
apresentou-se a Freud com a queixa de obsessões desde sua infância, mas
com uma maior intensidade nos últimos 4 anos de sua vida. Sofria de TEMORES
de que algo acontecesse a duas pessoas de quem mais gostava - seu pai
e uma jovem a quem admirava. Além disso, tinha consciência de IMPULSOS
COMPULSIVOS - tais como, por exemplo, de cortar sua garganta com uma navalha
-, produzindo posteriormente PROIBIÇÕES, muitas vezes em conexão com coisas
triviais, como no dia em que a jovem de quem gostava ia partir, e ele
bateu com o pé numa pedra da estrada em que caminhava, e foi obrigado
a afastá-la do caminho, pondo-a à beira da estrada, pois lhe veio a idéia
de que o carro dela iria passar e poderia acidentar-se nessa pedra. Contudo,
minutos depois pensou que era um absurdo, e foi obrigado a voltar e recolocar
a pedra à sua posição original.
A experiência que precipitou a primeira
consulta do paciente com Freud ocorreu quando estava em manobras em uma
unidade militar. Um oficial descreveu uma forma de tortura na qual o prisioneiro
ficava sentado nú, amarrado sobre um recipiente contendo ratos, que buscavam
escavar seu ânus em busca de uma saída. Tal pensamento passou a invadir
sua mente sem que fosse capaz de evitá-lo, causando-lhe grande aflição.
Achava que isso poderia acontecer com a jovem de quem gostava e com o
pai, já falecido há 9 anos. Como forma de evitar essa obsessão, empregava
uma fórmula particular, dizendo a si mesmo: "Mas", acompanhado por um
gesto de repúdio, e depois: "O que é que você está pensando?"
O jovem passou anos combatendo essas e outras
idéias, conforme relatou, perdendo, deste modo, muito tempo de sua vida.
Vários tratamentos haviam sido tentados, com nenhum efeito positivo.
A análise de Freud concentrou-se na ambivalência
do paciente para com seu pai e a jovem a quem cortejava, originada em
sua sexualidade precoce e intensa e sentimentos antigos de raiva contra
seu pai - que haviam sido severamente reprimidos. O símbolo do rato levou
Freud e o paciente a uma série de associações que incluíam erotismo anal,
lembranças de excitações anais quando o paciente
em criança eliminava lombrigas (que Freud interpretava como simbolizando
um pênis), e o fato de ter sido espancado pelo pai aos 4 anos de
idade por ter mordido uma pessoa. Associou ainda com problemas antigos
do pai do paciente com o jogo (em alemão, um jogador é uma spielratte
- ou rato-do-jogo), a idéia infantil do parto anal e a própria experiência
real de haver tido verminose quando criança. Após um ano de análise, o
paciente curou-se de seus sintomas e, nas palavras de Freud, "o delírio
dos ratos desapareceu".
Comentários
De uma forma muito rica e detalhada Freud descreveu os sintomas do transtorno
obsessivo-compulsivo (até bem pouco: neurose obsessivo-compulsiva):
obsesões e compulsões, rituais de asnulação,
que procurou interpretar à luz de seu modelo psicosexual do desenvolvimento.
Particularmente são ricas suas descrições sobre a
forma de pensar do paciente obsessivo-compulsivo modernamente retomadas
e valorizadas pelas teorias cognitivas do TOC: a importância exagerada
do pensamento, a dificuldade de conviver com a incerteza, a necessidade
do controle, o perfeccionismo, o responsabilidade exagerada. Freud destacou
ainda o isolamento dos afetos em relação às idéias,
a ambivalência, a anulação, o Superego severo, como
fenômenos associados ao TOC, e em função dos sintomas
do seu paciente supervalorizou os sintomas relacionados com ânus,
fezes, defecação e sadismo, que no seu entender apoiavam
sua teoria.
O Homem dos Ratos é um exemplo de um lado da genial capacidade de Freud para captar e descrever fenômenos clínicos, e ao mesmo tempo de viezes nos quais incorria em função de suas próprias teorias. De qualquer forma sua descrição detalhada e sua interpretação elegante à luz de suas próprias idéias, prevaleceram por quase um século como a teoria sobre a origem do transtono obsessivo-compulsivo, embora fossem de pouca utilidade no seu tratamento.
Atualmente,
o transtorno obsessivo-compulsivo é visto como um transtorno neuropsiquiátrico,
para cuja origem concorrem fatores de ordem biológica, como vulnerabilidade
genética, disfunção neuroquímica cerebral, o ambiente familiar em que
foi educado. Tem sido também muito valorizada a relação funcional entre
obsessões e compulsões, ou seja o fato de o paciente descobrir (aprender)
que os rituais aliviam a ansiedade associada às obsessões e passa por
este motivo a repetí-los. Tem sido também destacadas determinadas crenças
errôneas que auxiliam na manutenção da doença: como a avaliação irreal
do risco, a importância exagerada que estes pacientes dão aos seus pensamentos,
o perfeccionismo, e necessidade de ter controle e certeza entre outros.
Seu tratamento, em função desses novos fatos, passou a ser a farmacoterapia
associada à terapia cognitivo-comportamental, e não mais a psicanálise.
Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Volume X (1909): Duas Histórias Clínicas (O "Pequeno Hans" e o "Homem dos Ratos"). Imago Editora Ltda, Rio de Janeiro.
DEPOIS DE ALGUM TEMPO
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença
entre dar a mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não
significa apoiar-se,e que companhia nem sempre significa segurança. E
começa aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são
promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os
olhos adiante, com graça de um adulto e não a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno
do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de
cair meio em vão."
"Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima, se ficar a ele
exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se
importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que,
não importam quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em
quando, e você precisa perdoa-la por isso. Aprende que falar pode
aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir
confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer
coisas em um instante, das quais se arrependerá para o resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas
distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você
tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram
escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos
que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer
qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as
pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito
depressa, por isso, devemos deixar as pessoas que amamos com palavras
amorosas, pode ser a última vez que as vejamos."
"Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm muita influência
sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a
aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que
você pode ser. Descobre que leva muito tempo para se chegar aonde está
indo, mas que, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar
serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e
não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem
dois lados."
"Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário
fazer,enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita
prática.Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o
chute, quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a
levantar-se. Aprende que a maturidade tem mais a ver com tipos de
experiências que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com
quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais de seus pais em
você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança
que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma
tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva, tem direito de estar com raiva, mas
isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém
não o ama mais do jeito que você quer não significa que esse alguém não
o ame com todas as forças, pois existem pessoas que nos amam, mas
simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem
sempre é suficiente ser perdoado por alguém, e que algumas vezes, você
tem que aprender a perdoar a si mesmo."
"E que, com a mesma severidade com que julga, será em algum momento
condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi
partido, o mundo não pára, para que você
junte seus cacos. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar
para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de
esperar que alguém lhe traga flores. E vocêaprende realmente que pode
suportar... que realmente é forte, e que pode ir mais longe, depois de
pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor diante da
vida !!!"
William Shakespeare
1, 2, 3 Próxima página
Calendário
Anúncio
Quem está conectado?
Visitante: 1
Sindicação
- RSS 2.0 :
Artigos
Comentários
Arquivos
- Dezembro 2008 (9)
- Novembro 2008 (3)
- Outubro 2008 (8)
- Setembro 2008 (5)
- Junho 2008 (14)